Dimas Gomez’s

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Pequeno Príncipe e o Elefante Fabricado

O Pequeno Príncipe e o Elefante comido por uma jibóia

Fonte da Imagem: Facebook de Gilberto da Silva Francisco

A vida muda toda vez
que algo me acorda
que eu me recordo
que o elefante, mesmo que fabricado,
sempre cabe numa jibóia.


Copyleft: “Leva embora”, como diz o @samadeu

Por Dimas Gomez em 15 de novembro de 2009 às 13h38

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Sobre Marjane Satrapi e Persépolis

Bastante gente têm visitado meu post sobre Persépolis. Mas pelo jeito rapidamente desistem dele. Estou disposto a ajudar. Comentem!

Por Dimas Gomez em 14 de novembro de 2009 às 23h12

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Um David. Ou Anjo Ninguém

Um David ou Anjo Ninguém
Um David ou Anjo Ninguém. Foto: Dimas Gomez

Por Dimas Gomez em 10 de novembro de 2009 às 15h51

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Egon, my friend

Egon Weber Vicente Witte em 31-10-2009, às 11h00.
Egon Webber Vicente Witte. Foto: Dimas Gomez

Publico a foto do amigo, tosca e mal tirada, por puro capricho. Provavelmente não interessará a ninguém, talvez nem ao bonitão acima. Então me utilizo do autoritário poder sobre esta midiazinha chã. A razão são dois fins de semana pensando em publicar a desfocadinha.

Um abraço.

–PS: Talvez, mais adiante, ajunte algo à foto.

Por Dimas Gomez em 8 de novembro de 2009 às 11h57

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Por Dimas Gomez em 31 de outubro de 2009 às 02h24

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Chris Goringe’s (Poe’s) Raven


Crédito: Gustave Doré (domínio público)

Recomendo o sotaque britânico de Chris Goringe para apreciar O Corvo (The Raven) de [Edgar Allan] Poe.

O texto pode ser obtido na Wikisource e esta gravação, em especial, em Librivox.org. Vale a pena também cismar com as versões ilustradas sugeridas na Wikipédia. Por exemplo, a de Gustave Doré.

Por Dimas Gomez em 17 de outubro de 2009 às 16h58

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Bem-te-vi

Nesses tempos de fim, assomam de repente – me dá uma dor no peito, na cabeça, na memória.

Dói na têmpora direita, ele comprime, a cara transtorna. Estrelas.

Esfrego todo, o cabelo, a orelha, caretas nipodemoníacas. Claro e nebuloso que a dor não passa. Passarim passará.

Voou. Voou. Pra nunca mais voltá. Que volte não, eu num quero, nunca-jamais. Passarim fora do nim é di vuá. Gaiola não sou. Nunca que sou. A flor abril. A dor de meu bem é certa, mas há di passá. Passarim passará.

Por Dimas Gomez em 10 de outubro de 2009 às 12h51

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Com vocês, Celso Unzelte: “Porque a culpa é do Corinthians!”

Celso Unzelte em entrevista coletiva ao 1º Jô D
Celso Unzelte em entrevista ao 1º Jô D - Fac. Cásper Líbero, turma 2009 de jornalismo.
Foto: Dimas Gomez

O neto da dona Irma, morador do bairro do Ipiranga, era um menininho introspectivo que não sabia a diferença entre um lateral e um escanteio. Aprendeu sobre futebol para entrar na conversa com o manual do Zé Carioca e jornalismo nos porões da editora Abril. Trabalhou em domingos de nerdismo sem namorada e construiu uma carreira das mais respeitadas, tão próxima do futebol. Escreveu o Almanaque do Timão, entre outros, e agora dá aulas para as futuras gerações, com a casa paga e o Carrefour também.

Celso Unzelte não é escritor. Não é historiador. Não pode ser professor senão como assistente. Celso Unzelte é jornalista. Mas escreveu grandes livros, contou a história do Corinthians, para muitos, como ninguém e é considerado o melhor professor do curso de jornalismo da Cásper Líbero – pelo menos para uma grande parte de seus alunos, “talvez atrás do Luís Mauro” Sá Martino, como diz a boca pequena, apenas e somente porque este é mais rígido na correção dos trabalhos.

“Não sou escritor. Sou jornalista. E [escrevo o que] acho mais útil. Muito quem, onde, quando, porquê. Muito lead. É uma preocupação com a informação. No prefácio do Almanaque do Timão, que foi o primeiro livro que eu cometi, explico que aquele livro nasceu de duas necessidades. Uma de quando era criança e ouvia no rádio sempre assim: ‘acaba de ser escrita mais uma bela página na história do Corinthians’ e eu queria ver onde é que estava essa página, quis escrever o livro. Quando virei jornalista, perguntas óbvias ninguém me respondia, como por exemplo quantos gols fez o Rivelino. Então fui lá, contei e fiz o livro. Minha abordagem é muito em cima dos fatos, embora não seja factual, isto é, no calor dos acontecimentos. [São] as perguntas que um bom jornalista deve fazer, nos seus mínimos detalhes.”

Nesse tom descontraído, mas de gente séria que não despreza nem a memória, nem o respeito, que Celso Unzelte toca a coletiva, mais oferecida que imposta aos curiosos alunos da turma de 2009 (do primeiro ano), que vêm arrancando confissões por aí. Por exemplo, da antropóloga Sandra Goulart e do sociólogo Sérgio Amadeu. Sossegado nas respostas, gesticulante para as fotografias, com um carinho paternal nitidamente paulistano, quem sabe à italiana, vai levando as dúvidas em meio às leves provocações (qual foi a sua maior vergonha? – “meu avô dizinha que vergonha é roubar e não poder carregar”) e uma fila de gravadores digitais. “Eu sou do tempo daqueles que ficavam rodando”, afirma, jocoso, mas jamais lacônico. “Se tem uma coisa que eu não sou é lacônico”.

Enxerga, hoje, um jornalismo futebolístico melhor, esportivo até. “Os novos meios possibilitaram campos de trabalho e perfis de profissionais com maior acesso à informação. Antes, na minha época, os veículos eram muito restritos”, eram “praticamente feudos”. A abordagem agora é mais ampla, no sentido cultural, sociológico… “eu vejo a imprensa do futebol em franca evolução justamente por causa dessas mídias novas e das cabeças dos novos jornalistas”.

A modéstia foi e voltou, e ele só aceitou ser professor graças ao convite insistente do professor Carlos Roberto da Costa, que por muitos anos trabalhou com ele na Abril. Nem a didática é dele: “Minha didática é hereditária”. E a modéstia acompanha alguma culpa. Uma vida “fácil”. Teve sorte até ao entrar para a Cásper Líbero, no resultado de uma série de demissões por conta de uma greve. Ele diz que o anjo da guarda aconselha: “um dia você vai pagar por isso”. Mas fazer o quê? Eram estimados dele os que saíram. Sua vocação sempre foi a revista. Um texto pensado, bem escrito, depois da tempestade. Ressente um pouco ter sido tão pouco repórter de sapatos sujos, muita redação. Mas escrever bem, nesse caso, é mesmo uma maldição. “A mensagem escrita ativa mais”. De outro lado, “nunca gostei de entrevistar jogador suado no vestiário”.

Sua escola foi a Abril. “Aprendi muito lá pela simples razão de que eu entrei sem saber nada”. O jornalista, afirma, “alguma formação tem que ter”. “Eu tenho a idéia maluca de transformar o curso de jornalismo num curso complementar”. Contra qualquer tipo de censura: “Se você não controla a ética na política, vai controlar no jornalismo”? A favor da auto-regulação.

Sobre o Corinthians – o título desta é a explicação de todas as ausências paternas para sua filha, para quem a culpa não é do Fidel, mas da Fiel –, relembra a comemoração colossal de 1977, quando já, corinthiano como o pai, o sr. Dario, ficou ainda mais alvinegro: “23 anos em 7 segundos”. E se tem uma coisa que eu sinto falta é fazer uma Copa do Mundo, mas brinca com o sorriso escancarado que em 2014 tá garantido. Sincero, pelo bem da verdade, afirma que resta à “população rezar para que isso acelere as obras do Metrô”…

Um fragmento do 1º Jô D, durante a 'coletiva'.
Um fragmento do 1º Jô D, durante a ‘coletiva’.
Foto: Dimas Gomez

Por Dimas Gomez em 20 de junho de 2009 às 00h23

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Independência & Liberdade

 

Pouco importa que os primeiros passos pareçam pequenos. Aquilo que se faz bem feito se faz para sempre.

 

(Thoreau,D.H: civil disobedience and other essays. New York.Dover Publications, Inc. 1993, p.09. citado em Pensata Animal)

Sinopse:
Curto trabalho de cunho acadêmico sobre Joaquim Gonçalves Ledo e Januário da Cunha no processo de Independência do Brasil, focado em 1821 a 1823, produzido para o Curso de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero sob a orientação do prof. dr. Carlos Roberto da Costa. Neste link está o paper e aqui a apresentação em slides. Fornecerei logo mais o áudio da apresentação em sala. Deixe um comentário, por favor. 

 

Aos meus,

Este trabalho foi fruto de uma labuta rara, talvez a primeira, dentro de um tópico tão específico. Foi pra valer.

A epígrafe tirei deste artigo de Leon Dennis, professor pioneiro em ensinar ética animal (vegana) nas escolas estaduais. Me deu ânimo pra levar adiante o meu próprio modo rigoroso de fazer as coisas.

Gonçalves Ledo e Januário da Cunha Barbosa tiveram papel central na Independência, ao lado, ou melhor, do outro lado do jogo político de José Bonifácio, Patriarca

Publico aqui, afinal é meu personal broadcast, meu querido trabalhinho de História da Comunicação. É humilde, mas fui bastante rigoroso, então serve talvez a outros exploradores que vierem a seguir.

Ainda não compreendo as boundaries entre os métodos jornalístico e científico, então não vou classificar. 

Comentários serão muitíssimo bem recebidos. Aos mais interessados, o paper e a apresentação, claro, são apenas a ponta do iceberg da minha humilíssima pesquisa.

Um abraço,
Dimas Gomez.

Porque é preciso saber.

maio / 5º evento 2009
maio.jpg 

http://www.gedasp.org/downloads/maio.jpg

GEDA-SP – Grupo de Estudos de Direitos Animais

Quando: um sábado por mês, das 15 às 18 horas.

Local: Rua Heitor Bariani, nº 291, próximo ao metrô Tatuapé. 

Como chegar de metrô: Saia pelo Boulevard Tatuapé. Numa linha reta, entre e siga pela Rua Alm. Calheiros, atravesse a Celso Garcia e continue em frente (a rua mudará de nome para R. Heitor Bariani) até o número 291.

Contatos: Dimas Gomez (11 9117 3704) & Maurício Kanno (11 9564 4568)

Se possível, traga algum vegano quitute ou lanche.

Nossas reuniões são públicas. A sua presença é a razão do nosso trabalho. Com três horas de duração, as reuniões têm geralmente duas partes, separadas por um intervalo com quitutes trazidos por todos. Cada exposição pode ter: a) uma hora e meia de exposição; b) apenas uma hora. Neste caso, sobrará uma hora adicional para dúvidas e discussão no final. Essa delimitação será comunicada na abertura. 

MAIO (16-05-2009)

Mediação: Hugo Chusyd.

Ambos os palestrantes dominam seus assuntos, estão mais do que aptos a nos oferecer uma experiência única nesses dois grandes gigantes com quem convivemos diariamente: a Mídia e o Capital.

A Mídia

com Silvana Andrade.

Jornalista de vasta experiência, Silvana Andrade convida os presentes a entender melhor a Mídia, como devemos nos relacionar com ela e sua importância num formato dinâmico, que é a proposta deste semestre.

Os sistemas político-econômicos

com Leonel Carvalho.

Leonel Carvalho dará um esboço das suas elaborações sobre como os sistemas político-econômicos se relacionam à realidade da exploração animal.

 

Por Dimas Gomez em 11 de maio de 2009 às 01h25

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Agradecimentos pelo tema "The Journalist" ao designer Lucian E. Marin produzido para o WordPress.