Dimas Gomez’s

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Archive for the ‘Direitos Animais’ Category

Porque é preciso saber.

maio / 5º evento 2009
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http://www.gedasp.org/downloads/maio.jpg

GEDA-SP – Grupo de Estudos de Direitos Animais

Quando: um sábado por mês, das 15 às 18 horas.

Local: Rua Heitor Bariani, nº 291, próximo ao metrô Tatuapé. 

Como chegar de metrô: Saia pelo Boulevard Tatuapé. Numa linha reta, entre e siga pela Rua Alm. Calheiros, atravesse a Celso Garcia e continue em frente (a rua mudará de nome para R. Heitor Bariani) até o número 291.

Contatos: Dimas Gomez (11 9117 3704) & Maurício Kanno (11 9564 4568)

Se possível, traga algum vegano quitute ou lanche.

Nossas reuniões são públicas. A sua presença é a razão do nosso trabalho. Com três horas de duração, as reuniões têm geralmente duas partes, separadas por um intervalo com quitutes trazidos por todos. Cada exposição pode ter: a) uma hora e meia de exposição; b) apenas uma hora. Neste caso, sobrará uma hora adicional para dúvidas e discussão no final. Essa delimitação será comunicada na abertura. 

MAIO (16-05-2009)

Mediação: Hugo Chusyd.

Ambos os palestrantes dominam seus assuntos, estão mais do que aptos a nos oferecer uma experiência única nesses dois grandes gigantes com quem convivemos diariamente: a Mídia e o Capital.

A Mídia

com Silvana Andrade.

Jornalista de vasta experiência, Silvana Andrade convida os presentes a entender melhor a Mídia, como devemos nos relacionar com ela e sua importância num formato dinâmico, que é a proposta deste semestre.

Os sistemas político-econômicos

com Leonel Carvalho.

Leonel Carvalho dará um esboço das suas elaborações sobre como os sistemas político-econômicos se relacionam à realidade da exploração animal.

 

Por Dimas Gomez em 11 de maio de 2009 às 01h25

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Veganismo como caminho espiritualista para a Não-violência

Palestra proferida na Loja Liberdade, filiada à Sociedade Teosófica no Brasil.

Todos os grandes mestres enfrentaram duras realidades. A espiritualidade se manifesta nas nossas ações no mundo e é nas escolhas que a sabedoria aparece. A exposição demonstrará como o consumo consciente, o veganismo e uma postura ecologicamente correta são pilares fundamentais desse caminho, através de uma nova ética para o século 21. Esboçará também os conceitos relativos aos Direitos Animais que devem sustentar nossa importante interação com as demais espécies e alguns resultados dessa prática simples.

Palestrante: Dimas Munhoz Gomez.

O gato que gostava de azeitonas

Por Dimas Gomez.

Mel fugiu da câmera.

Doc Comparato sugere exercitar a criatividade escrevendo story lines do nada. Com o teclado nos dedos, lembrei de uma vez em que derramei conserva de azeitona no chão, e não pude evitar umas boas lambidas do bichano residente. Azeitonas! Tracei então algumas linhas: um gato que assaltava uma azeitona do pote de conservas, na geladeira, todas as noites. Até que um dia a dona da casa desse o flagra ou pelo pote vazio. Você provavelmente imaginou a cena sem dificuldade, mas gravar é que são elas. Além disso, não come propriamente a azeitona. Gosta é de lamber:

Um gato que gosta de azeitonas, na sua desesperada todavia cautelosa e furtiva tentativa de pescar uma azeitona no pote, o derruba no chão. Delicadamente desce da mesa e lambe o caldo derramado. Morde uma azeitona e vai saindo. Chega o menino e vê perplexo que a sujeira está feita: Seu gato idiota! A mãe entra, se vira e faz aquela cara. Coloca a mão na cintura e diz: Tsc, tsc, tsc, tsc, tsc…

Mas recebi duras críticas. Ninguém disse o quanto era clichê, ou brega, ou “comercial de margarina”. Apenas que era politicamente incorreto chamar o gato de idiota. Expliquei que é coisa do menino, que é o meu inconsciente, que é instintivo, etc, etc, etc. Em vão. Estou subliminarmente induzindo a opinião alheia a pensar que gatos são idiotas…

De qualquer modo, a cena, como é de se esperar, só ganhou com a discussão:

Um gato que gosta de azeitonas, na sua desesperada todavia cautelosa e furtiva tentativa de pescar uma azeitona no pote, o derruba no chão. Delicadamente desce da mesa e lambe o caldo derramado, morde uma azeitona e vai saindo. Chega o menino, vê perplexo que a sujeira está feita e diz: veja bem, eu sou vegano, não sou especista, então, e por isso mesmo, reclamo da sua conduta inadequada. Afinal, minha mãe vai logo mais reprovar a sujeira pensando que fui eu o culpado. Vou fazer cara de santo, mas ela não vai me dar o menor crédito. Então agradeceria imensamente se você pudesse esperar neste recinto até que a minha mamã peixetariana descubra o estrago e lhe dê vassouradas. Só me perdoe se eu não puder evitar a violência, porque aqui em casa quem manda são os onívoros. Me desculpe.

Mas o gato já estava longe quando o menino terminou. A peixetariana ralhou com o filho, inclusive agora por falar sozinho. Mas, felizmente, dessa maneira, safei-me juntamente com o gatuno – o esperto aqui – porque ninguém vai poder ralhar comigo (eu acho).

Por Dimas Gomez em 21 de setembro de 2008 às 19h50

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Reunião - GEDA - 06-09-2008

Por Dimas Gomez em 8 de setembro de 2008 às 02h27

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Viagem Animal

Por Dimas Gomez.

Transporte tranqüilo e sossegado. Você só será transportado se estiver em perfeitas condições. Não se preocupe, você receberá todo o carinho. Nós garantimos a presença de especialistas em cada estágio do seu transporte. As instalações da sua próxima acomodação serão perfeitas. A vista, a ventilação, a proteção contra os danosos raios solares… Água? Não faltará. Você se distrairá, não terá com o que se preocupar e no fim da estada…

No fim da estada nós o mataremos com o máximo humanitarismo, enquanto você dorme anestesiado.

[Sobre a matéria Entenda o abate humanitário, discutida no GEDA-SP – Grupo de Estudos de Direitos Animais de São Paulo.]

[quem tiver uma fonte melhor, é favor comentar]

Por Dimas Gomez em 1 de setembro de 2008 às 23h02

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Canta, amigo, canta!

Por Dimas Gomez.

Como anda o teu canto, amigo?
Como anda tua voz velada,
sempre calada,
de contralto, soprano,
animal não-humano.

Chega de silêncio, amigo,
garganta rouca, amígdala inflamada,
testada para narcóticos anônimos
assassinos mercadológicos,
farmacológicos atômicos,
um lanche nu; carne preta
de drogas necessárias.

Como anda o teu canto, meu amigo?
Sem noite, sem pele, sem leite, só.
Como anda a tua alma, meu irmão?
Que ninguém reconhece,
(a ninguém enternece)
Julgam-te máquina de secreções.
Pele, carne, osso e mel.
À tua cria, nenhuma clemência.
Entrevada, baby beefs,
Pérfidos acepipes;
Cleros papais hipócritas saboreiam foie gras.

Canta, amigo, canta!
Desrouca a garganta,
Ruidoso, chiado, uivo raivoso,
Que é dado o tempo,
Da tua voz ecoar.
A verdade vêm à tona,
E não haverá lona,
Pra encobrir teu cantar.

Por Dimas Gomez em 27 de agosto de 2008 às 13h48

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Agradecimentos pelo tema "The Journalist" ao designer Lucian E. Marin produzido para o WordPress.